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BRASIL, Centro-Oeste, BRASILIA, Homem, de 46 a 55 anos, Portuguese, French
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MAYDAY

                O Comitê Olímpico Internacional fez severas críticas ao Brasil com relação ao atual estágio da preparação para as Olimpíadas 2016. Segundo ele “... situação mais crítica dos últimos 20 anos.”. Inclusive nomeou interventores para a Rio-16.

           Com a Copa do Mundo a situação está escamoteada, parece que deram um cala-boca na mídia... Tá tudo dominado, somente notícias esporádicas sobre o atraso nos preparativos. Ontem o jornal Correio Braziliense noticiou que de 31 obras de mobilidade urbana previstas no PAC para a Copa, somente uma ficará pronta. Será mesmo que está tudo bem?

                Comento do que vejo: as obras do entorno da arena-multiuso-(in)sustentável-brasilia-estádio-mané garrincha não aconteceram e não vão acontecer, dada a exiguidade de tempo e a falta de recursos. Talvez uns remendos aqui e ali para gringo ver. A tal tecnologia 4G de comunicação só funciona em Brasília no perímetro onde ocorrerão eventos da Copa do Mundo, mas as operadoras cobram pelo serviço inexistente no resto da cidade. O aeroporto está um caos. As vias de acesso ao Plano Piloto idem, com o trânsito cada vez mais imóvel. O metrô não dá mais conta de tanta gente. Os ônibus, nem se fala.

                Muitas obras inacabadas, provável que sejam maquiadas e “terminadas”. Depois só Deus sabe.

                Até o Zico, aquele grande craque, comenta: “Eu não acho que vamos ter um legado pro dia seguinte da Copa do Mundo, a não ser de estádios. É isso que eu acho que não souberam usufruir".

                Todo o mundo que quer protestar por alguma coisa, agora fecha ruas. E a polícia não tira ninguém pois todos têm o direito de manifestação. Legal, bacana. Mas e o direito de ir e vir das pessoas que são impedidas de passar?

             Cada um faz o quer. Não há mais limites. Autoridades não se impõem com medo de serem execradas pelas críticas de meia dúzia de “formadores de opinião” e “donos da verdade” que tentam (e estão conseguindo) impor ao país uma cultura de permissividade total sob o manto dos direitos individuais de alguns. Muitas estimulam isso. Quem não pertencer às “castas” inventadas, que se vire. E não reclame: engole o choro!

                As mesmas autoridades se eximem de responsabilidade e ficam sempre justificando as porcarias que vemos por aí com projetos que estão sendo elaborados... Ninguém quer saber de estudos e projetos que não dão em nada. A galera quer é transporte decente, saúde, segurança.

                Noticiário em televisão virou sinônimo de desgraceira. É difícil ver notícia boa. Só tiroteio, morte, tráfico, acidentes, greves e paralisações, quebradeiras, filas em hospitais, roubos e corrupção de tudo o que é jeito.

Brasil tem 11 das 30 cidades mais violentas do mundo, diz ONU. Bela estatística, não?

               Enquanto tudo desmorona, lançam uma linha de crédito com juros reduzidos (subsidiados?) para compra de veículos (a indústria automobilística está com um estoque de mais de 40.000 veículos entulhado nos pátios) e aumentam impostos de bebidas para cobrir o rombo do setor elétrico (?!).

                A coisa tá tão complicada que um professor da rede pública de Brasília elaborou uma questão de uma prova de filosofia citando Valeska Popozuda como pensadora... E foi sério! Ouvi sua entrevista numa rádio.

                Viramos o país da vergonha alheia.

                MAYDAY, MAYDAY!!!

                Abraços!

 

    Sergio Schenkel               



Escrito por Sérgio Schenkel às 09h11
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SACANAGEM

                Uma empresa qualquer criou uma campanha para os chocolates Lacta visando a páscoa que se aproxima.

                Mote: “Sacaneie seu amigo”.

                A expressão está impressa nas embalagens dos ovos de páscoa do fabricante.

              Devo ser meio tapado por não entender se a chamada da frase estimula ou não a venda do produto. Fiquei imaginando como é que alguém quer vender alguma coisa dizendo para o seu pretenso público sacanear um amigo. Talvez o cara que bolou isso seja tão “genial” que eu, como simples mortal, não consegui perceber essa genialidade e não “captei a mensagem do mestre”.

               Bem, não é novidade alguma que sacanear alguém para tirar proveito próprio virou um comportamento corriqueiro no Brasil, mas fazer disso um tema publicitário para alavancar vendas soa, no mínimo, como uma sacanagem.

                Mas se essa notícia me causou espanto, o resto ficou pior.

             Na esteira da imbecilidade, vem a Secretaria de Estado da Defesa do Consumidor do Rio de Janeiro determinar que sejam rasuradas ou tapadas nas embalagens a palavra “sacaneie” ou a expressão toda. Argumento: incentivo ao “bullying”.

              Pior: de acordo com decisão tomada após reunião com a empresa fabricante, o Procon Estadual aplicará multa caso encontre em uma mesma prateleira mais de três ovos sem alteração na embalagem, segundo informa a matéria.

            Se entendi bem (ao contrário da campanha publicitária), até dois ovos (ou serão três?) numa mesma prateleira o Procon aceita que se sacaneie um amigo. Acima disso, não!

               Depois de toda essa baboseira, estou em dúvida se pode ser mesmo o tal do bullying. Aliás, já não sei mais do que se trata essa coisa, pois é usada para tantas situações que daqui a pouco servirá para justificar o comportamento das autoridades brasileiras na compra da refinaria de Pasadena pela Petrobrás.

                Dá um tempo!

                Abraços!

                Sergio Schenkel



Escrito por Sérgio Schenkel às 20h57
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ECONÔMICAS

Governo brasileiro é surpreendido com o rebaixamento do grau de investimento por agência americana. Como é?

Santa “inocência”, Batman! Diria o menino prodígio...

Com o baixo crescimento, aumento de juros, falta de investimentos produtivos, inflação “dentro da meta” e cada vez mais tributos, só mesmo os “prodigiosos” integrantes da equipe econômica da nossa economista-chefe não imaginaram que o país seria alvo desse, digamos assim, rebaixamento de divisão. Como no campeonato brasileiro de futebol, igualzinho a um monte de times grandes que já foram para a série B.

Apenas uma diferença: não tem virada de mesa no tapetão.

Com grande alarde a mídia noticia: Brasil bate recorde de arrecadação.

Muito bacana se não fosse às custas do aumento de tributos (quantidade e alíquotas), mas sim devido ao aumento de renda, produção e por aí vai. Seria isso a tal da economia sustentável?

Sei não, quando se fala em ou de economia aparece sempre um monte de gurus com previsões “incontestáveis”, com aquela cara escalafobética e inoxidável de intelectual, tipo senhor da razão, discursando como se estivessem à frente de uma bola de cristal, baralho de tarô ou jogo de búzios falando o que vai acontecer no próximo ano.

Nossos gurus oficiais, então, nada vêm de errado no fato de todos os indicadores provarem que nossa economia não anda bem das pernas (e braços também). Parecem acometidos de miopia galopante ou catarata madura antes da cirurgia. E ainda ficam indignados (?!) quando perdemos classificação no mercado de risco.

Seria melhor tomar cuidado e agir antes de cairmos para a série C ou D.

Na B já estamos há algum tempo, mas continuamos com a síndrome do rico falido.

Abraços!

 

Sergio Schenkel



Escrito por Sérgio Schenkel às 09h45
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ACIDEZ

                Acordei meio ácido, hoje. Nem azedo, nem amargo.

- Hummm, nada que um Pepsamar não resolva – pensei.

Aquela sensação de salitre comendo metal começou a piorar após a leitura de um texto que o Cirão me enviou. Tive que apelar: de Magnésia Bisurada até Omeprazol foi de tudo. Sem resultado.

O tal artigo começa com a notícia de que o governo aumentará o imposto sobre a cerveja, o que deveria ter acontecido em outubro passado, mas foi adiado.

Olhem que equação bacana: governo aumenta tributos, empresas repassam aos consumidores, que continuam comprando. Tá certo, ficar sem cerveja não é nada bom... seria melhor ficar sem pão?!

Segundo um tal Thomas Sargent, Nobel de Economia, “a inflação é sempre um fenômeno fiscal”.

Ah! Então quer dizer que teremos inflação interminável, devido à “sanha” tributária brasileira...

Mas deixando de lado a intelectualidade e caindo na real, vemos coisas por aqui que deixariam envergonhado qualquer ser dotado de mínima inteligência. São afrontas diárias.

Vejam que solução genial arrumada para que as contas públicas ficassem positivas (o tal superávit) em um determinado mês deste ano (será que para enganar as agências de classificação de risco?!): atrasar o pagamento delas para o mês seguinte! Seria algo parecido com o que fez dona Cristina na Argentina, ou não chegou nem perto?

E os fornecedores que se virem para pagar funcionários, etecétera e tal e... RECOLHER TRIBUTOS! Sim, esses não podem atrasar!

Uma coisa que não tem Magnésia Bisurada que resolva é o fato de viverem aumentando tributos e nossa qualidade de vida cada vez mais sendo corroída pela acidez da insensatez.

Acredito que ninguém se importaria de pagar imposto se houvesse contrapartida. E não é em forma de bolsa família, bolsa presidiário ou qualquer coisa que o valha. Não sei porquê se valoriza tanto essa “hipocrisia do politicamente correto” com discursos sobre dívida social histórica e outros blá, blá, blás quando é tão necessário criar empregos, cuidar da atual falta de saúde, educação, segurança,  infraestrutura de transporte, saneamento e tudo o mais. Não seria isso o resgate da tal “dívida”?

Hora de falar menos e fazer mais ou essa hora já passou?

Mas depois dessa estória da cerveja, passarei a beber whisky. Pode ser também uma cervejinha belga, holandesa, alemã, tcheca...

Sei que pagarei escorchantes tributos sobre importação, mas pelo menos não tenho nada a ver com a dívida social alheia... assim espero abandonar os antiácidos.

Abraços!

 

Sergio Schenkel



Escrito por Sérgio Schenkel às 16h43
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ATIVISTA

                Lembram aquela brasileira ativista do Greenpeace que foi presa na Rússia acusada de pirataria e vandalismo?

                Aquela que tentou invadir uma plataforma de exploração de petróleo para protestar contra a destruição ou a favor da preservação de sei-lá-o-quê mesmo?

                Fato (prisão dos ativistas) que a imprensa mundial repudiou veementemente, como se invadir um espaço alheio, de propriedade de alguém, fosse a coisa mais normal do mundo, ainda mais num país conhecido por suas duras e intransigentes posições?

Parece que ninguém atentou para o fato de que lá não é o Brasil, onde se invade propriedade alheia e fica por isso mesmo, a não ser que o dono tenha conseguido uma reintegração de posse (???!!) na justiça e, mesmo assim, as autoridades públicas ainda tenham que “negociar” a desocupação. Por lá e em outras partes do mundo dito democrático também é cadeia mesmo.

                Bom, agora ela estará no ramo fotográfico, posando para um ensaio sensual para a revista Playboy, tendo como pano de fundo uma cela. Mudou sua atividade de ativista... se houver “demanda”, fará um ensaio nu recebendo cachê...

                Deixo claro que nada contra, muito embora ache que existam por aí ativistas mais adequadas para o tal trabalho. Isso é apenas minha modesta opinião...

                Tempos atrás comentei sobre uma aluna que foi “admoestada” em uma faculdade paulista devido ao tamanho de sua minissaia. Entrou com ações judiciais contra os responsáveis, a faculdade e tudo o que viu pela frente. Ganhou um bocado de dinheiro, notoriedade e desde então vive na mídia, que a elevou à categoria de subcelebridade e símbolo sexual (SIC). Tá sempre naquela seção das fotos de langerie, lipoaspirações, pegações, baladas, autopromoção (selfies) e coisa e tal.

                Na época sofri algumas críticas sob o argumento de que pessoas deveriam ser respeitadas e não motivo de chacota ou expostas a situações vexaminosas por outras. Naquele artigo questionei se a própria não teria se colocado nessas posições(?), o que me rendeu ainda outras críticas.

                Legal, divergência de opiniões é sempre saudável. Mas continuo achando que a pessoa nunca sonhou em ganhar tanto dinheiro quanto ela conseguiu aproveitando-se do tal fato.

                Sei lá porque essa situação da ativista do Greenpeace me remeteu ao passado.

                De formas distintas, são situações semelhantes.

                Talvez as duas estórias devessem ilustrar livros de autoajuda ou de receitas de bolo para pretensos empresários. Afinal, são belos exemplos de sucesso meteórico.

                Só não sei se isso tem alguma coisa a ver com convicção ou princípios “filosóficos”.

                Abraços!

 

                Sergio Schenkel



Escrito por Sérgio Schenkel às 19h39
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LEGADOS DA COPA

                E aí, pessoal, a Copa do Mundo tá chegando... Como dizia uma marchinha lá dos anos 60: “A copa do mundo é nossa, com brasileiro, não há quem possa...”.

                Mas será que é nossa mesmo? Sei não.

O Troféu Jules Rimet, que deveria ficar de posse do Brasil após o tricampeonato, foi roubado e teve seu ouro derretido e vendido...

A copa de 2014 (o evento) parece que é da toda podero$a FIFA.

Mesmo assim, tenho que concordar: com brasileiro não há quem possa (entendam como quiserem...).

                 Então vamos ao que interessa, os tais legados da copa:

                - quatro “arenas insustentáveis” e que custaram alguns bilhões de reais: Brasília, Cuiabá, Manaus, Natal;

                - várias obras canceladas de “imobilidade urbana”, que é assim que os brasileiros se sentem nas cidades;

                - uma bela dívida pública para pagar. O investimento privado (como o governo queria) apequenou-se devido ao retorno incerto e não sabido;

                - majoração absurda de preços por conta do “custo-copa” antecipado (hotéis, restaurantes, etc.);

                - alguns monumentos reformados que depois serão novamente abandonados;

                - vôos nacionais onde servem água sem gás e DOIS biscoitos a preço de primeira classe da Emirates;

                - turistas gringos que não voltarão aqui após conhecerem nossos precinhos e infraestrutura;

                - maquiagem das contas públicas para fabricar superávit;

                - juros e inflação subindo, subindo...

                Estão achando pouco?

                Então aguardem os “legados” das Olimpíadas, se bem que já existe um: destruíram o autódromo de Jacarepaguá e não construíram outro como foi prometido pelas autoridades.

                Abraços!

 

                Sergio Schenkel



Escrito por Sérgio Schenkel às 08h34
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CRETINICES

                Carros: uma SUV oferece bússola, altitude e pressão atmosférica no retrovisor como diferencial de produto... Realmente é uma enorme novidade. Mas prá que serve isso num carro além de enrolação para aumentar preço?

                Remédios I: receitas para compra de antibióticos têm validade de 10 dias, segundo normativo da ANVISA. Receita médica virou produto perecível?

                Remédios II: o governo federal distribui remédios através do programa farmácia popular. Legal, tem medicamentos caros que a maioria da população fica sem acesso. Dentre os disponíveis está a insulina, imprescindível para diabéticos tipo 1. É injetável. Mas as seringas descartáveis não fazem parte do programa e são caras (R$ 2,00 a unidade). O Ministério da Saúde deve achar que diabético bebe insulina...

                Controle: existem inúmeros órgãos e instituições de controle de gastos públicos. Quem é mesmo que controla os controladores? Só não vale dizer que é a sociedade civil organizada – o que seria outra cretinice.

                Analfabetos: país é o oitavo classificado no ranking do analfabetismo mundial. São 3 milhões de cidadãos nessa condição, diz estudo da UNESCO. Ministério da Educação e professores que todos os anos fazem greve por “melhores condições de trabalho” não se manifestaram até agora...

                Meta: Dizem que a inflação está dentro da meta. Desde antes do natal minha conta do mercado cresceu em média 15%. Em janeiro, com o aumento do salário mínimo, cresceu ainda mais. Pode ser inflação psicológica(?), embora meu bolso jamais tenha frequentado um consultório para fazer terapia...

                Luz: tempos atrás reduziram a tarifa de energia elétrica. Agora o valor vem crescendo gradativamente para a gente não perceber... É... neste país ninguém “dá a luz” (que horrível!!!).

                Menor: criaram o tal estatuto do menor e do adolescente. Hoje ninguém mais aguenta a quantidade de menor criminoso na rua ou cumprindo medidas socioeducativas (SIC), quando é “apreendido”. Depois, ao fazer 18 anos, vira “ficha limpa”. Alguém vai ter que botar muito silicone para ter peito e fazer o que todo mundo quer (menos alguns “defensores” dos frascos e comprimidos), que é mudar essa situação.

                Continuo achando que há alguma coisa no ar além dos aviões das companhias brasileiras de “baixo custo”...

                Abraços!

 

Sergio Schenkel



Escrito por Sérgio Schenkel às 15h15
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DIÁLOGO

                Fila de banco, numa cidade maravilhosa qualquer:

                - Boa tarde. Tá difícil, né? Dos 8 caixas eletrônicos, só 3 funcionando...

                - Pois é... com a minha vida corrida, não posso ficar perdendo tempo em fila, senão perco dinheiro.

                - Hummm... e o que você faz?

                - Sou ex-integrante de reality show.

                - Legal sua profissão (sic)...

                Aí entra uma terceira no papo (que neste momento fica só entre as duas):

                - Você é ex-BBB? Pois é, eu também sou artista. Sou dançarina de funk. Nas horas vagas sou atriz.

                - Ah, eu também, após o programa resolvi ser atriz. Queria ser tipo assim, uma Marília Pera ou Fernanda Montenegro. Mas só me contratam para animar festinhas onde o figurino é sempre biquíni fio dental. Mas faço papéis importantes: enfermeira, salva-vidas, etc., etc.

                - Que coincidência... depois que aprendi a mostrar a bunda (olhando por cima do ombro para aquela coisa fenomenal com mais de 148 cm de circunferência), muitas “empresas” me pagam para animar a festa com outras coleguinhas. O cachê varia. Depende também da coação do dólar. Mas acho que agora vou mudar o câmbio para euro.

                - Não, amiga (neste momento já se tornaram amigas de infância), devemos colaborar com a balança comercial do país e cobrar em reais. Dólar só para gringo. Afinal de contas o povo está gastando muitos dólares com viagens ao exterior, né não?

                - Ah, isso nem me importa... semana que vem vou fazer uma “turnê” no estrangeiro passando por França, Zimbábue, Paris, uma tal de “Misterdan” e depois Bahia. Meu empresário já marcou muitos programas prá mim e quero trazer muito dólar! Tenho que aproveitar, afinal o cachê aumentou por ter posado peladona naquela revista.

                É... pensando assim você vai mesmo contribuir para trazer dólar ao país e equilibrar a balança comercial. Meu cachê também aumentou, pois todos os dias apareço naquele site. É na praia, na academia, fazendo cocô e outros momentos mais íntimos. E eu nem sei que estão me fotografando!!!!!????

                - Meu próximo passo será disputar o Miss Bumbum para ser vice...

                - Vice? Pergunta a outra...

                - É... a vice aparece mais na mídia do que a campeã (pelo menos a bunda).

                - Então, menina! Que tal promover a copa do mundo no Brasil? Isso será uma ótima oportunidade para valorizar nosso cachê durante o evento! Já até comecei a aprender “ingrei”!

                O banco encheu cada vez mais, outro caixa eletrônico parou de funcionar. As duas amigas de infância se despediram; chegara sua vez.

                Abraços!

 

                Sergio Schenkel               



Escrito por Sérgio Schenkel às 15h44
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Esse Sergio não sou eu…

                Mas faço questão de publicar no QUERO FALAR! a crônica abaixo, pois reflete muito bem o atual estado de coisas em comparação com o da minha geração.

                Quem viveu naquela época não ficou traumatizado por receber uma boa educação, onde respeito era fundamental e uma esquentadinha terapêutica no traseiro fazia parte. Não tinha especialistas de araque dando receitas furadas e os pais não empurravam para as escolas a responsabilidade de educar.

                Outro dia vi uma cena absurda no aeroporto de Recife. Uma mãe deu uma bronca no filho (aproximadamente 4 anos de idade) que fazia estripulias. O moleque ficou cara a cara com ela que falava calmamente. De repente ele pregou a mão na cara da mãe... Ela continuou falando calmadmente(?!!!). Não satisfeito, o monstrinho enfiou o dedo no nariz da mãe e sapecou, em voz alta: “cala a boca!”. E tuo bem?!?!?!

                Fiquei dias com a cena em minha mente, pensando se o comportamento dela era fruto de algum conselho de especialista...

“Abaixo a atual ditadura da hipocrisia imbecil do politicamente correto”, como bem definiu o cronista.

Abraços!

Sergio Schenkel

 

QUARENTA ANOS – Alexandre Garcia

 

Meu amigo Sérgio lembra que em 1971, de traquinagem, quebrou o farol de um carro estacionado perto da casa dele. O pai soube, deu-lhe uma surra de cinta e o traquina nunca mais fez aquilo. Entrou para a faculdade e hoje é um profissional de sucesso. Em 2011 seu filho fez o mesmo, Sérgio reprisou a surra que levara, mas seu filho o denunciou e ele foi condenado à prestação de serviços comunitários. O filho caiu na droga e hoje está num abrigo para menores. Em 1971, o coleguinha mais moço de Sérgio sofreu uma queda no recreio, a professora deu-lhe um abraço e o menino voltou a brincar. Em 2011, outro menino esfolou-se no pátio da mesma escola, a diretora foi acusada de não cuidar das crianças, saiu na TV e ela renunciou ao magistério e hoje está internada, em depressão. Em 1971, quando os coleguinhas de Sérgio faziam bagunça na aula, levavam um pito do professor, eram levados à direção e ainda sofriam castigo em casa. E todos se formavam prontos para a vida. Em 2011, a bagunça em sala de aula faz o professor repreendê-los, mas depois pede desculpas, porque os pais foram se queixar de maus-tratos à direção. Hoje fazem bagunça no trânsito e no cinema, incomodando os outros. Em 1971, nas férias, todos saíam felizes, enfiados num Fusca. Depois das férias, todos voltavam a  estudar e a trabalhar mais. Em 2011, a família vai a Miami, volta deprimida e precisa de 15 dias para voltar à normalidade na escola e no trabalho. Em 1971, quando alguém da família de Sérgio adoecia, ía ao INPS, esperava duas horas, era atendido, tomava o remédio e ficava bom. Saía a correr, pedalar, subir em árvores de novo. Em 2011, os parentes de Sérgio pagam uma fortuna em planos de saúde, fazem exames de toda sorte à procura de câncer de pele, pressão nos olhos, placas nas artérias, glicose, colesterol, mas o que têm é distensão muscular por causa de exageros na academia. Em 1971, o tio preguiçoso de Sérgio foi flagrado fazendo cera no trabalho. Levou uma reprimenda do chefe na frente de todos e nunca mais relaxou. Em 2011, o cunhado de Sérgio foi flagrado jogando xadrez no computador da empresa, o chefe não gostou e o puniu. O chefe foi acusado de assédio moral, processado, a empresa multada, o cunhado relapso foi indenizado e o chefe demitido. Em 1971, o irmão mais velho de Sérgio deu uma cantada na colega loira de trabalho. Ela reclamou, fez charminho e aceitou um jantar. Hoje estão casados. Em 2011, um primo de Sergio elogiou as pernas da colega de escritório, foi acusado de assédio sexual, demitido e teve que pagar indenização à mulher das belas pernas, que acabou no psiquiatra. Meu amigo Sérgio me pergunta o que deu em nós, nesses 40 anos, para nos tornarmos tão idiotas, jogando fora a vida como ela é. Dei a resposta: é a ditadura da hipocrisia imbecil do politicamente correto.



Escrito por Sérgio Schenkel às 21h23
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CARROÇAS DA ILUSÃO

                Tivemos um presidente da república, há anos, que abriu as importações no Brasil e, para exemplificar nosso atraso tecnológico, declarou que nossos automóveis eram carroças.

Todo mundo concordou e vibrou com a possibilidade de consumir os famosos carros importados, sonho de muitos. Inundaram nosso mercado de Ladas (russos) e outras coisas que, de tecnologia, não chegavam nem perto de nossas carroças. Verdadeiras latas-velhas travestidas de modernidade.

                Até hoje continuam nos vendendo essa ilusão, que pode também ser chamada de enganação, como queiram.

                Um carro “completão” vendido no Brasil tem motor 1.0, vidro elétrico (só os dianteiros, claro), direção hidráulica e ar condicionado. Trata-se de um verdadeiro “possante”! Comparativamente ao que se compra no exterior com um valor parecido, continua sendo uma carroça puxada por pangarés mancos sem ferraduras.

                Assim o Brasil se movimenta, nessa “espantosa” velocidade rumo ao mundo desenvolvido, com índices de avaliação que beiram, em alguns casos, aos da África combalida.

Indicadores econômicos teimam em desmoralizar os nossos gurus que afirmam com cara “blasé” estar a inflação dentro da meta, que o dólar subindo não é para assustar, pois faz bem ás exportações, etc., etc.

Nos vendem uma vida de país rico enquanto estamos nos tornando cada vez mais um povo pobre de espírito, que acredita estar saindo da classe C ou D rumo a B ou A às custas de financiar um automóvel em 72 meses com juros de 2,5% ou mais ao mês, comprar uma máquina de lavar ou uma geladeira com redução de IPI e por aí vai, incluindo várias bolsas que não são da Louis Vuiton mas custam uma fortuna ao país produtivo para manter na folga os improdutivos “espertos”. No fim, descobre que o custo de pular de classe não dá para bancar e se vê endividado até as cuecas (ou calcinhas)...

Vamos convivendo com “Mercosuis” falidos e BRICS inoperantes (isso mais parece bric-a-brac – que, numa interpretação livre, nos remete a coisas antigas), atolados em emaranhados de leis que nos deixam imóveis (mas quase nunca servem para pegar bandidos), presos em um labirinto de taxas e impostos que nos empobrecem, pendurados à forca da burocracia que nos asfixia e corrompe.

Parece que as nossas carroças da ilusão não se resumem somente aos automóveis...

Abraços!

Sergio Schenkel

 

 



Escrito por Sérgio Schenkel às 11h44
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IGUALDADE

                Será mesmo?

                Engraçado como se usa essa coisa por aqui.

                Em Brasília o Governo do DF comprou 4 caminhões para atendimentos de saúde principalmente nas cidades satélites. Têm o sugestivo nome de Carreta da Mulher e fazem atendimentos e exames médicos somente em mulheres, como o próprio nome já diz.

                Bacana. São ações preventivas contra doenças importantes, como alguns tipos de câncer femininos.

                O próprio governo alardeia na mídia que isso é um direito conquistado pelas mulheres.  Legal.

                Mas será que homens não tem esse mesmo direito e que o câncer de próstata e outros são menos agressivos que os de útero ou mamas?

 

                Outro fato interessante que está em andamento no DF diz respeito à demissão dos motoristas e cobradores das empresas de ônibus que não ganharam as licitações promovidas para renovar as concessões do transporte público e modernizá-lo.

                Vejam só: os empresários dizem que não tem dinheiro para pagar as rescisões dos seus funcionários que terão que ser dispensados.

                Algum deputado distrital “iluminado” fez um projeto de lei mediante o qual o governo do DF assume e paga essa “dívida”. Virou lei. E o governador promulgou a lei! Agora o Ministério Público luta judicialmente para reverter a situação.

                Pior de tudo é que o sindicato dos trabalhadores do setor faz movimentos de apoio aos empresários, pressionando o governo a pagar a conta sob ameaça de greves. Vejam só onde fomos parar...

                Vamos pensar bem: uma empresa privada ganha dinheiro com uma concessão pública, tem obrigações trabalhistas e o governo paga isso. Governo, não! Todos os que pagam impostos, pois governo não é dono de dinheiro nenhum (em tese...).

                SE TODO MUNDO É IGUAL, acho que vou endividar minha empresa para o governo pagar.

                Abraços!

                Sergio Schenkel

 

 



Escrito por Sérgio Schenkel às 13h49
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O LEITE EM PÓ, O AIR BAG E O ABS

                Lá pelo final dos anos 80, início dos 90, preparava-se no Ministério da Agricultura um programa para assistir à população nordestina atingida por uma das maiores secas já vistas. A situação era realmente crítica, animais morrendo, plantações dizimadas, pessoas sob risco de morte, doenças... Água, nem pensar.

                Na época, todas as decisões de abastecimento passavam também pelo Ministério da Fazenda, dono do dinheiro. Reunião convocada, representantes de ministérios discutiam como e o que fazer para levar comida às regiões do sertão e do semiárido nordestino, além do norte de Minas.

                Ao Ministério da Agricultura caberia toda a parte operacional (disponibilização de estoques governamentais, transporte, armazenamento, etc.), enquanto outras entidades menos afetas à questão marcavam presença sem muito se manifestar.

                Detalhe: na época o governo possuía grandes estoques de leite em pó.

                Então pede a palavra um genial funcionário de um ministério que não vem ao caso e manda ver:

- poderíamos alimentar os flagelados da seca com nossos estoques de leite em pó!

Silêncio total!

Não me contive e perguntei:

- como é que as pessoas vão se alimentar com leite em pó se não tem água? Se conseguirem comer o pó provavelmente morrerão de sede mais cedo...

Olhares perdidos e cara de bunda generalizada...

 

Aí tomo conhecimento que o governo (alguém que trabalha nele ou para ele) cogita alterar a data para entrar em vigor a obrigatoriedade de os carros produzidos no país possuírem airbag e freios ABS, a partir de 2014.

Há anos isso foi negociado com a indústria automobilística. Todo o mundo se preparou. Modelos de carros (?) deixarão de ser produzidos por não serem capazes de receber a “nova” tecnologia (caso da Kombi, uma das nossas carroças que roda desde os anos 50 na mesma plataforma). Isso tudo tem um custo.

Aí ficam botando a culpa na divergência entre ministros quanto a implantar ou não a medida. Um a favor, outro contra. Parece não ter ninguém para decidir o que já havia sido definido antes, com data marcada para acontecer... Depois reclamam que a indústria não acredita no país e investidores estrangeiros fogem.

 

Bom, mas o que tem a ver leite em pó com airbag e ABS?

Absolutamente NADA.

P*RR@ NENHUMA!

Mas muitos “gênios” de nossa máquina de governo continuam aí... Para dar “total credibilidade” ao país.

Abraços!

Sergio Schenkel

 

 



Escrito por Sérgio Schenkel às 18h49
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ÊTA NÓIS

                Tá chegando o natal. Em seguida ano novo.

                Depois carnaval.

Aí vem a semana santa...

Ah! Também tem a Copa do Mundo...

Como sempre, o país vai parar... Mas será que já não parou, como diz o PIB negativo do último trimestre?

***

Recentemente ouvi uma coisa interessante: o povo brasileiro está tão mal que, ao invés de combater as práticas nefastas utilizadas há anos por muitos políticos, funcionários públicos e etecétera e tal, passou a incorporá-las ao seu dia-a-dia, como se isso fosse normal.

Nada mais a declarar...........

Abraços!

 

Sergio Schenkel



Escrito por Sérgio Schenkel às 11h44
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COMPARAÇÕES

Quando temos oportunidade de fazer uma viagem ao exterior, mesmo que pequena, inevitavelmente observamos muitas coisas e fazemos comparações com o que vivemos por aqui.

Muitas dessas constatações, para mim, trazem sentimentos que vão da tristeza à raiva.

Querem porque querem que sejamos “primeiro mundo”, utilizando um conceito ultrapassado mas que reflete com bastante exatidão o estado de coisas entre o Brasil e esse dito primeiro mundo, comparativamente. Estamos longe. Tal qual uma Marussia em relação a uma Reb Bull, utilizando a fórmula 1 como parâmetro.

No quesito sócio-econômico, mesmo com as bolsas que pipocam por aí fazendo a felicidade de quem não quer trabalhar, dá tristeza.

Na educação e respeito nem se fala, porque as pessoas daqui teimam em achar que só tem direitos, ao contrário de outros países em que as pessoas aprendem que também têm obrigações. Aí tudo fica mais fácil, pois quem não cumpre suas obrigações sofre penalizações (que são realmente aplicadas). Aqui cada um faz o que quer e fica por isso mesmo.

Quando você faz uma compra, vem o preço do produto e o imposto discriminado, tudo somado ao final. Simples, não? Aqui você não faz idéia do que está pagando...

Na honestidade, então... pode colocar o dinheiro na mão do caixa da loja que ele pegará o necessário e lhe dará o troco exato. Nem um centavo a mais ou a menos. Ah! Também não existe balinha de troco...

Polícia é polícia, faz cumprir a lei, seja “de menor” ou não. Pisou na bola sifu! Se tiver que ser na porrada, que assim seja. E ninguém reclama pois sociedade consciente sabe que andar dentro da lei só facilita a vida. Igualzinho aqui, né?

Não quero dizer que países do “primeiro mundo” são perfeitos. Longe disso! Mas quando fazemos uma comparação com o nosso, tentando ser o mais isento possível, nos damos conta de quanto estamos mal em todos os sentidos.

Bom, tudo isso para descrever a raiva que passei por aqui por conta de uma operação bancária.

Antes de viajar adquiri uns desses cartões de débito para uso no exterior. Não há incidência de IOF, é mais seguro, etc., etc. Acreditei e carreguei os cartões com alguns dólares. Caso houvesse saldo na volta, este poderia ser resgatado. Assim me disseram.

Voltei e fui resgatar o saldo (ôps, consegui voltar com alguns dólares!!).

Me foi negado o resgate em dólar. Vejam só o que me disse a funcionária:

- o senhor tem que vender esses dólares para a corretora, e com os reais comprar dólares novamente através de outra operação cambial.

- Não entendi, disse eu. Meu cartão tem um saldo em dólares, eu tenho que vendê-los para vocês e em seguida comprá-los? Mas assim estaria comprando dólares de mim mesmo e vocês fariam o papel de intermediário só para me cobrar taxas e ganhar na variação cambial (preço de compra x preço de venda)?

- É, senhor, o Banco Central não permite saque em dólares.

- Mas esses dólares são meus e eu já paguei todas as taxas na hora da compra. Vocês apenas estão guardando meus dólares e agora eu os quero de volta! Não quero comprar dólares de mim mesmo, disse já bastante irritado.

- Não tem jeito, senhor, é norma do Banco Central...

- Claro, esse Banco Central só está aí para defender interesses de bancos, o cidadão que se dane e pague, né? Isso que você está me dizendo é no mínimo bitributação ou tritributação, coisa que não é permitida no Código Tributário.

- Isso é norma do Banco Central, senhor, me disse a funcionária com cara de máquina de refrigerante quebrada, pedindo para levar um chute e cuspir meus dólares.

Depois disso tudo resolvi desistir e partir, pois a raiva estava insuportavelmente insuportável (?!) e comecei a temer pela integridade física da fulana, que afinal de contas não tinha culpa de nada...

É apenas uma trabalhadora de um país onde instituições desrespeitam os cidadãos e nada acontece, pois encontram-se “blindadas” por regras sem-vergonha sempre voltadas a favorecer “os mesmos” de sempre.

Em país do primeiro mundo também não tem santinho, a diferença é que aqui a cara-de-pau e a safadeza tá muito grande...

Abraços!

 

Sergio Schenkel



Escrito por Sérgio Schenkel às 12h28
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GROTESCO

                O anúncio abaixo foi publicado no site globo.com. Vinha logo a seguir de uma notícia (matéria de 29/10/2013) sobre o assassinato do marido de uma PM que trabalha numa UPP num morro carioca.

Desculpem o formato em que se encontra, pois meus conhecimentos “informáticos” não me permitiram fazer melhor.

 

Links Patrocinados

Transa para solteiros

Descole uma transa em 30 min! Trepe hoje à noite - Garantido.www.SejaAtrevido.com

 

 

                E então?

                Nem sutileza tem mais!

                Put@ri@ informatizada, baixo-nível, fria e calculi$ta.

A put@ri@, coisa séria desde o início da humanidade, perdeu a compostura, a fantasia que move sua existência e garante o emprego de tantas e tantas moças...

Taí o exemplo: coisa agressiva, nua e crua (tá bom, isso não se refere ao ato em si... ), sem graça, de uma frieza sem par... mal-educada...AGRESSIVA!

Me pergunto: cadê o tal do CONAR (Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária)? Cadê o Mi(ni)stério Público?

 Isso que está aí colocado é ou não exploração pública do lenocínio?

Agora, imaginem um(a) cara contratando uma quenga ou um quengo internética(o); deve ser engraçado. Será que a trepada hoje à noite, como diz o anúncio, será via web-cam? Ou marcarão um encontro (pago pelo(a) contratante) no meio do caminho no caso de cada um morar numa cidade diferente? E se forem de países diferentes?

E o pagamento, será em cartão de crédito, pay-pal ou pagseguro? Para maior segurança, não deverá ser usada moeda corrente, mesmo porque o câmbio foi combinado previamente...

Sacanagem à parte (ôps!), que anunciozinho horroroso.

Se alguém tiver qualificação melhor, por favor se manifeste.

Para mim continua sendo GROTESCO!

Abraços!

Sergio Schenkel

 

 



Escrito por Sérgio Schenkel às 09h27
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